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Novas filiações fortalecem PSB catarinense

15.09.2015
Humberto Pradera

O PSB deu mais um passo para a qualificação e renovação da política em Santa Catarina. O presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, assinou nesta terça-feira, 15, a ficha de filiação do ex-presidente do Conselho Federal de Medicina Roberto d’Ávila e do professor e empresário Gualtiero Piccoli, ambos de Florianópolis.

O ato de filiação realizado na sede do partido, em Brasília, contou com a presença do vice-presidente do PSB, Beto Albuquerque, e do presidente do PSB no Estado, Paulo Bornhausen, e do deputado estadual Cleiton Salvaro.

A filiação de d’Ávila e Piccolo faz parte da estratégia do PSB de contar com líderes da sociedade civil que estavam fora da política partidária. Os dois são nomes potenciais para disputar a prefeitura de Florianópolis no ano que vem.

“Nós estamos muito satisfeitos com a condução do partido em Santa Catarina, porque está procurando o caminho da renovação, que é tudo que os eleitores e a sociedade brasileira desejam. A política ainda vai sofrer uma crise bastante profunda, porque ou se qualifica ou se desmoraliza de uma vez por todas. A população não tem nada contra a política. Ela defende a mudança de uma postura política”, disse Siqueira.

O presidente do PSB no Estado, Paulo Bornhausen, disse que as duas filiações dão aos catarinenses a opção de votar em líderes qualificados. “É o que a população está pedindo, que essas pessoas venham para os partidos, e se tornem opções eleitorais”, disse.

Presidente do CFM entre 2009 e 2014, Roberto d’Ávila é professor de Medicina e entra no PSB com o objetivo de colaborar para humanizar as cidades. “São quase 63 anos de idade e sempre evitei a filiação partidária, mas agora estou mais maduro, motivado a participar de um movimento que possa mudar o Brasil. Humanizar as cidades, esse deve ser o compromisso de todo o cidadão e o PSB é um partido que tem essa visão”, disse.

Professor há 20 anos em Santa Catarina e empresário do setor de alimentos em São Paulo, Gualtiero Piccoli diz que entra na política para tentar mudá-la por dentro. “Acho que a gente não pode ser omisso neste momento em que o País precisa de todos. A gente não pode exigir ficando do lado de fora”, disse.